Tuesday, June 10, 2008

Sakura bloom..



~
Don't ask me why, but cherries always remind me of you...

Monday, May 19, 2008

Feeling...

Não te parece que, por vezes, mas só por vezes mesmo, as pessoas falam contigo só para se ouvirem?

Monday, February 04, 2008

O vento do descontentamento

Por onde ando, que não me conheço?
As ruas estão vazias. Totalmente desertas. Até o som as abandonou. Circulo lentamente, por cada uma delas, à procura, à procura de algo. Que não está lá. Só o vazio as percorre, incauto, sem se aperceber que também eu ando por ali. Parece que toda a gente correu exactamente para o sítio de onde eu fugi... Para lá, onde a minha imaginação receia desejar me levar. Para onde eu receio querer estar. Até o céu está demasiado longe, a sua humidade tocando-me ao de leve como que dizendo que também me deixa para trás. Como que me chicoteando com um remoque maldoso, um dizer distinto de abandono, de pena, de "pobre coitado"...
Tudo isso ainda me deixa mais alheio a tudo. O que não é, obviamente, o que abunda por aqui. Ou por ali, sei lá... Já não sei onde estou. Por onde ando? Onde vim parar? Que lugar é este que não me conheço aqui? Se ao menos pudesse estar lá fora ... Mas estou aqui. E foi aqui que vim parar.

Sunday, January 20, 2008

Almost half a year now...

If You Fall (Sky Broken)
text: Raoul F. Walton

If you fall down, please don´t cry
If you suffer, call my name
If you fall down, please don´t cry
If you suffer, call my name
If you fall down, please don´t cry
I will be thereI will catch you in my arms
I will take care
And if you suffer call my name
I´ll care for you
If you Fall down , please don´t cry...

Sunday, June 10, 2007

Tu

E assim ele fez...
(Graf @ Coimbra, agradeço ao autor a obra)



Tuesday, June 05, 2007

Eu e tu. Tu e eu. Toda a gente mente...

A minha infantilidade reflecte TANTOOOOOOO a infantilidade dos outros. Porquê ser um espelho? Ao menos, podias dizer-me que o sou , mesmo perto de gente "normal"...

Saturday, April 21, 2007

Amor

Ao tempo falta-lhe algo...


E eu tenho-o...

Friday, April 20, 2007

Como te sentirias se eu não notasse que tinhas feito algo ao cabelo, que parecias diferente na maneira como me procuravas, como querias que notasse em ti, que apenas pronunciasse algumas palavras, simples, de agrado, para te agradar, uma forma de recompensa tão boa de ter e ouvir? Como sentirias se eu não te tivesse dito nada o dia inteiro, se nem reparasse que parecias agitada, ansiosa melhor dizendo? Como sentirias se perto da meia-noite, na cama onde nos deitamos, me confrontasses com isso perguntando porque raio não teria eu conseguido reparar em algo tão, tão, tão ali, por amor de Deus... E como te sentirias tu se eu te dissesse que o dia que tinha acabado de passar, que esse dia, tinha sido o dia dos meus anos?
Nutritionally challenged...

Monday, April 16, 2007

Já pensaste que a pessoa da tua vida se calhar, não é a pessoa certa para ti?

Sunday, April 15, 2007

Cheira a Primavera

Sabes aquele cheiro a Primavera/Verão que anda por aí no ar?



És tu...

delicious jockey

Em loop não me sais da cabeça.
O sample da memória da noite que partilhámos dá-me sangue, ar e vida.
Em ti quero remisturar o meu amor, cortar, scratchar e seguir numa cue infinita de partilha.
Minha mesa de mistura, meu ritmo perfeito, batida do meu coração, em ti reencontrei o gosto. Pela vida. Pelas coisas, grandes ou pequenas. Por tudo, que um dia até podia bem ter sido nada. Mas que hoje é o que é, e vale o que vale.
Por mim acima de tudo, um vinyl em busca de revival.
Arde na minha lembrança, banda sonora de toda uma vida. Em loop. E em loop, não me sais da cabeça...

mumbling whisper in your ear, so far, so dear...

Forever, and since ever, have i felt like a ghost in a shell.... A lonely and incomplete soul, trapped in a body not of my own. Nowadays, it's more like a ghost within a flesh of some sort... Because of you, i have managed to reattach my body to my soul... Once again. Because of your presence in my life, and for you.
So far away it seems... Looking back, it feels life has been nothing more than a waiting room, in order to once again be with you. And to once again hold hands with you. And with you, again, live. By your side. By my own side. Once again. Finally, again... Finally it seems...
Was it emptiness that made you weep, No more secrets to keep
Was it bitterness that gave you time, To forgive your sins
Was the earth spinning round, Were you falling through the ground
As the world came tumbling down, You prayed to God what have we done
Zero 7 - Spinning

Friday, April 13, 2007

Águas quentes...

Eu não sei que mais pensar, dizer... Para onde quer que olhe esteja eu cansado, com a vista pesada, seca, esteja eu carregado, cheio de vitalidade e energia, todos os lugares me parecem desconhecidos... É tão estranho. Tomei banho de água quente, aquela água que me faz sentir eu. Que me faz correr o sangue, invandindo todos os locais ermos do meu corpo que geralmente estão adormecidos neste cansaço trôpego.... gosto de sentir a água quente a correr-me pela pele, num abraço infernal. E no meio de tudo isto, procurei-te. Mas não te encontrei... Até onde a cortina me permitia ver, não te encontrei...
Acabei de tomar banho, limpei, saindo pé ante pé, sequei-me; e caminhei para a porta. Quando a atingi, fiquei abismado. Tudo estava transfigurado... As cores eram irreais, pareciam saidas de um qualquer videoclip dos anos 70! Eu não mais reconhecia o meu quarto sequer! Mas então, nesse preciso momento, sorri.... E fi-lo porque me apercebi.

Porque me apercebi que não te encontro quando estou em contacto comigo mesmo, naqueles meus momentos mais meus, íntimos e pessoais, sabes? Não te encontro porque tu és-me! Enquanto estava na banheira eu não te encontrei porque não estás fora de mim! Os braços que enlaçavam o meu peito eram meus, sim. Mas o abraço, o abraço quem o davas eras tu! E quando sai para o meu quarto, aí sim, vi que te encontro... Em tudo o que me rodeia, e que parece diferente, novo e irreal. Porque é com os teus olhos que agora vejo o meu mundo. Porque é contigo que vivo dentro de mim diariamente, num grito eterno e mudo de felicidade incontida neste corpo que já não é meu.... Porque é contigo que agora me sinto... eu.

fim

Wednesday, April 11, 2007

Coisas das nuvens...

Vem daí. Vem para o meu mundo que sempre foi teu... E de tão imenso que é, nunca nos vimos... Talvez porque caminhássemos de costas um para o outro... desde a cisão inicial, no ventre eterno que nos une desde sempre... E que, desde sempre, mantém viva a esperança de, do outro lado do mundo nos encontrarmos, para nunca mais nos libertarmos, da memória um do outro...

Nuvens e sol. Tudo faz parte... tudo é presente no mundo. No nosso também.

Tuesday, April 10, 2007

Bits and bytes

Basicamente, cuido de ti como nunca cuidaria de mim... Trato-te com o carinho de um aconchego de Verão em pleno Inverno. Completas-me. Amo-te como nunca conseguiria amar-me só a mim.

Sou o teu 0. E tu és o meu I.

Choro de alma

Chorar sem lágrimas. Fogos que ardem, sem arder... Ambos sufocam, num pranto extenuante, mas que aconchega... Uma humidade quente que acaricia... Natural, quase familiar, desde sempre... E persistem em mim... Atingem-me com força, tornam-me num ser que vive. Pertubam, no entanto. Deixam-me incomodado, demasiado alerta para todos os estímulos que chocam contra mim. O vento. O cheiro. A humidade. A secura do ar, o sol, a luz, a cor, o barulho, tudo tudo tudo... E persistem... Fogos que devastam sem os ver... Choro que sai sem molhar... E que no entanto, é chorar. E é queimar. E assim desaparece tudo em mim, sem eu me aperceber. E no entanto, tanto fica, pronto a renascer...

Sunday, November 05, 2006

Outros se's

So importa tudo o que acontece. O que quer que não aconteça... bem, não passa de um "se"

Thursday, November 02, 2006

Rain in the dark

Hoje, pela primeira vez em muito tempo, reparei numa gota de chuva a descer em minha direcção. Normalmente só as consigo sentir pesadas a chocarem contra mim, depois de se abrirem as torneiras dos santos céus em torrentes gotejantes a desabarem. Mas hoje foi diferente. Fui capaz de reparar numa gotinha, que descia deitada, como que olhando para mim quando levantei a minha cabeça para o céu e a vi a brilhar.
Não sei o que me fez levantar a cabeça naquele preciso momento, mas devo confessar que foi bom sentir que ainda sou capaz de reparar em pequenas coisas, antes que seja a força da evidência a obrigar-me a reparar. É bom sentir que ainda sinto o pouco que creio existir à minha volta...

Tuesday, September 12, 2006

Porque o disseste...

A conselho de uma amiga, comecei a desligar-me e a desligar algumas máquinas de suportes das memórias que eu, de certa forma, talvez, receava perder e que ainda hoje me perturbavam.
A conselho de uma amiga, libertei-me de um passado que não me fazia assim tão bem, crescendo e avançando.
A conselho de um amigo, cresces, vives, aprendes, és... Porque os amigos são-te também. E preocupam-se mais contigo, do que tu próprio por vezes.
A conselho de uma amiga...